Renata Folharini

Mulheres

 

“Minha mãe morreu em 2013. Minha vida era bem diferente naquela época…

Ainda tô aí, me acostumando com essa merda toda”.

“Eu tive 3 AVCs. Um em 2007, dois em 2008 e em 2010 a ultima de 6 cirurgias….
Fiquei careca e com ’30Kg’.
Só me fodo… pqp”

“O que ninguém sabe sobre mim que eu não sou fria e odeio tudo de verdade.
É só meu jeito. Na verdade sou poço de doce de batata doce.
Cada um tem a Renata que conquista”.

 

“Há alguns anos eu jamais me imaginaria num relacionamento sério, menos ainda com a a pessoa que está comigo.

Eu não gostava dele e era correspondida hahaha…
Engraçado, pois o mesmo motivo que fez a gente se “odiar”, fez a gente se conhecer melhor e se amar.

É óbvio que a gente briga, temos nossos defeitos, eu sou super difícil de lidar, o Thomaz também, mas aprendemos muito um com o outro e hoje considero nosso namoro um exemplo.

Mantemos a liberdade, tentamos diminuir o ciúme bobo e deixamos ficar o amor, o que realmente importa.
É uma relação que não prende. Não subtrai. Apenas soma.

No fim das contas entre uma coisa ruim e outra, eu tive muita sorte na vida.”

 

“A minha mãe tinha 9 irmãos, então imagina quantos primos… acho que a melhor coisa eram os verões

A gente ia para a casa de uma tia na praia em Capão da Canoa, e ficava lá as férias inteiras.
Meus pais não iam, então eu ficava sob cuidados dos meus tios, mas eram muitas crianças, então a gente era bem livre.
Era demais, passávamos o dia na praia, fazíamos “aventuras” numa “floresta” perto da estrada do mar, hahaha, andávamos muito de bicicleta…
A gente só aparecia para comer! Era a melhor parte do ano, todo mundo brincava, pegava muuuito sol, tomava água da torneira, levava puxão de orelha quando fazia arte, e ninguém ficou doente nem traumatizado… Uma pena que não exista mais isso hoje.
Uma infância de brincar na rua, comer bergamota da árvore…”